terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Umbanda e Parapsicologia







Há anos que nos preocupamos com o fenômeno espiritual e suas mais diletas demonstrações de “verdades” paranormais e de pós-vida. Começamos nossos estudos na busca da verdade mesmo que relativa dos fenômenos ditos espirituais. Precisávamos de respostas sobre as delimitações dos poderes mediúnicos e das interferências pessoais e até mesmo tergiversivas de alguns médiuns que se utilizam da ignorância alheia para vender suas mistificações e atavismos temporais.
 
Enveredamos nossos estudos em várias fontes de manifestação da parapsicologia. Conhecemos a linha católica que foi criada para frear, mesmo a contra gosto de algumas lideranças católicas, o crescimento do espiritismo de Kardec. Tal manifestação trouxe desgosto e descrença à ciência da parapsicologia, a qual caiu em desgraça frente à impossibilidade de reprodução dos fenômenos ditos paranormais de forma irrestrita e comum a todos os seres. Neste caso podemos citar o Padre Quevedo, que apesar de sua enérgica austeridade, merece todo nosso respeito pela franqueza e vontade de mostrar a diferença entre o lúdico e o real nas manifestações espirituais. Pena que sua caminhada se fixou no bairrismo religioso trazendo ceticismo e fixação no propósito de combater ao invés de tentar explicar a fenomenologia espiritual.
 
Estudamos a linha espiritualista, onde saudamos o Professor cientista Hernani Guimarães, que por mais de 70 anos estudou e catalogou vários fenômenos espirituais pelo Brasil. Fazendo a leitura do cientista, apesar de ser declaradamente espitualista Kardecista, deixando um legado que muito dificilmente será superado por outros irmãos que buscam através da parapsicologia, o estudo e a observação sincera dos fenômenos paranormais. O Profº. Hernani em sua caminhada explorativa demonstrou que podemos confiar na ciência como uma fonte de explicação da espiritualidade, sem que com isso, venhamos a perder nossas crenças e fé no poder dos espíritos e suas diversas manifestações pelo mundo. Através do Profº. Hernani a Transcomunicação Instrumental foi por diversas vezes propagandeada pelo mundo, já que seus livros foram por diversos países traduzidos, sendo dever de ofício citar os estudos da Profª. Sônia Rinaldi e de diversos e silenciosos estudiosos do fenômeno pelo Brasil e pelo mundo.
 
Não obstante, nos aprofundamos na linha cientifica e citamos o nome do Profº. Grisa e seu espetacular método científico, o qual nos trouxe o conforto de podermos estudar a parapsicologia sem o bairrismo religioso, que muito das vezes nos atrapalha no entendimento dos fenômenos. A parapsicologia científica pratica pelo Profº. Grisa não evoca o sentimento da descrença, ela apenas traduz o fenômeno em sua estética técnica e suave de ser, suas abordagens são por diversas vezes ilustradas pelos dons paranormais do Frei Hugolino, o qual a nosso ver foi um dos grandes e pouco estudado paranormal do catolicismo.
 
Assim, já cansado de tanto animismo, atavismo, tergiversismo e outros “ismos” mais na religião de umbanda, resolvemos a algum tempo partir para o estudo parapsicológico dos fenômenos espirituais umbandistas. Tudo isso com o apoio e incentivo dos guias que nos prestam a caridade e apoio mediúnico, os quais já nos mostravam a linha de sutileza entre o fenômeno espiritual e os fenômenos meramente subjetivos de cada médium.
 
Pai velho já havia nos dito que na espiritualidade não existiam coisas fantásticas e não explicáveis. Caboclo já havia nos alertado que o fenômeno espiritual era pura ciência. Criança sempre nos mostrando a vida em dimensões paralelas e nos dando o ar da graça dos costumes e modos após o desencarne. E finalmente, o Guardião, que sempre lutou contra a maledicência e a mentira mundana, nos proporcionando exemplos de como a espiritualidade era a continuidade dos seres após a experiência da reencarnação. Desta forma, motivos não nos faltaram para no silêncio das noites nos qualificarmos e ainda nos qualificar ao estudo da fenomenologia umbandista.

Para tudo isso fomos preparados, tendo como base e apoio a presença dos guias, haja vista que na solidão de quem sempre questionou as coisas de Deus, existia uma réstia de esperança e de programação natural de ultrapassar a experiência do fenômeno na busca de sua formação e manifestação responsável. Sofremos pela mentira e descompromisso humano, mas chegamos à porta que se abre em favor de uma umbanda que mostra a sua cara e a cara de seus médiuns. Sem se esconder nos “erós” da santa vaidade e da mentira, desrespeitando a vontade dos guias em prol da satisfação pessoal dos ditos donos da banda.

Para isso, foi criado o PSICOSOMA - Centro de Estudos Parapsicológicos de Minas Gerais (ênfase nos estudos de fenômenos umbandistas), o qual começa suas atividades públicas em fevereiro de 2013, ministrando o curso de formação de Parapsicólogos (Curso Livre) em 10 (Dez) Módulos. Com dois encontros mensais de 15 em 15 dias, na primeira e terceira quinta feira de cada mês. Em local a ser definido, no horário de 20:00 às 22:00 horas, com estudo programado em partes teóricas e práticas.

 
Contatos – psicossomamg@hotmail.com

 
Luís Gustavo Costa



segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Carta a Umbanda!






Bom dia Umbanda!

Comparando minha vida de hoje com há de um ano atrás, percebi, o quanto eu fui mudando (aos poucos) para melhor.


Hoje não sinto tanto medo como eu sentia,

Não tenho vergonha de me expressar,

Sinto-me mais forte, mais confiante,

A raiva não tem mais força sobre mim,

A incerteza, a insegurança vem perdendo forças sobre mim,

A vontade de agradar os outros perdeu sua força,

Tenho vontade de estar bem comigo mesma,

Acredito que tudo tem dois lados, duas verdades,

Acredito que nem sempre eu tenho razão, que as pessoas também podem enxergar os fatos de outra forma, diferente do meu jeito de enxergar o mundo, as pessoas, as coisas, a vida.


E o mais importante neste tempo que estive com você e comparando com outros tempos foi que percebi:


Que ninguém é de ninguém, que as pessoas podem e devem ser livres para fazer o que quiser, mas, lembrando que cada ação tem uma reação. Que não precisamos da aprovação dos outros para encontrar a felicidade. Que é muito bom ter pessoas como você, que nos trata de uma forma mágica. Mostra-nos que tudo tem um porque e para quê. Aprendi o valor do perdão. O valor do amor verdadeiro. Hoje tenho paz espiritual.


Eu que, por exemplo, não acreditava em mim; a minha verdade era a única, criticas? Só se for para me elogiar, caso contrário, nem precisava falar nada comigo. Hoje eu sei escutar, sei falar menos, sei ser menos egoísta, tirar o orgulho, a raiva de dentro de mim e o mais importante: EU SEI PERDOAR.


Com a sua ajuda eu consegui perdoar minha família (principalmente meu pai) por tudo. Consegui enxergar os dois lados da minha adolescência, da minha infância, da minha vida atual.


Você me ensinou que eu posso tudo, basta eu querer, basta pensar positivo.

E esta noite eu estive em sonho com você e te falava isso tudo, tudo que eu sentia naquele momento, e estou sentido agora (vontade de te agradecer, vontade de chorar, por ter encontrado com você).


Umbanda, eu quero te agradecer por tudo, pela minha mudança (que será continua), por ter tido paciência comigo, por me mostrar que eu posso ser melhor a cada dia, a cada momento, agradeço ao seu ASTRAL todos os dias ...


Quero que você saiba que você é muito importante para mim, que a partir do dia que conheci vocês minha vida mudou completamente.


Obrigada, muito obrigada mesmo por tudo.


De uma Umbandista, que vive a alegria de realmente ser Umbandista!





domingo, 11 de novembro de 2012

O Melhor amigo do homem




 

Começa em casa a já tão falada “mentira social”, a qual em nossos textos e de forma repetitiva, vem destacada como carimbo do caráter da espécie humana. Começa em casa, pois é de lá que trazemos as nossas mais claras características pessoais. E mesmo que voce tenha nascido e sido criado na rua ou em um orfanato e etc, o padrão de casa que aqui denominamos, para melhor entendimento deste texto, está ligado ao ambiente em que voce deu seus primeiros suspiros de vida consciente.

 

Foi lá em sua casa que voce aprendeu e vivenciou a tal da “mentira socia”l, ou seja, as regras de compartamento social que são a base de sua desdita de hoje. Foi neste locus ou antro de perdição social que voce se fez o ser que habita o que chamamos de “conciencioso socialmente aceito”. Suas verdades e crenças são frutos dos atos de infância que lhe foram incutidos pelos padrões e vivências de sua época. Deve ser por isso que ainda encontramos muito saudozismo e voltas ao passado, na moda, na música, nas regras de conduta e etc. Religiosamente falando a coisa piora. Pois basta um pisão no calcanhar de aquiles de quem quer que seja, para que a busca do passado se faça como forma de defesa da insegurança que acompanha o irmão no presente.

 

Voltando ao assunto, sabemos claramente que é em casa que as verdades se instalam; o pobre coitado vive a margem de tudo no mundo social, mas em casa seu lado real ou melhor, seu caráter se manifesta de forma muito transparente. Pois o dito cujo, tem que cumprir horários, respeitar regras de ordem jurídica, economica, financeira, cidadã, trabalho e outras o dia inteiro, mas quando chega em casa a verdade apareçe de forma muito “natural” para a grande maioria dos seres.

 

Pois aquela educação forjada, ou até mesmo politizada, cede espaço para o surrealismo de idéias e motes sociais que arrepiam quem está por perto. De forma muito subjetiva a pessoa se maltrata muito quando chega em casa, sua beleza e suas máscaras caem como neve nos filmes de natal. Sua postura sedimentada na mentira social se desmacha nas curvas do sofá ingrime que lhe imprime a verdade de sua preguiça disfarçada. E sua modéstia vai as favas quando analisa os fatos, pessoas e atividades que permearam sua vidinha sem nexo e retrocesso de sempre.

 

Em casa e na maioria das vezes, os filhos são renegados a todos os planos, a esposa(o) são deixados nos cantos de continuidade da falta de percepção do outro. As coisas do lar são imagens soltas sem expressão nenhuma, vez que a solidão da ignorância habita o verdadeiro ser social que se vende nas paixões e rotinas diárias.

 

Maltratar os entes queridos e maldizer os entes alheios vira um caso futil nos relatos das vivências do dia a dia. E os que não fazem de forma verbal, utilizam a mentalidade fútil para pensar nas tensões que sofreram em mais um dia de mentira que viveram em suas vidas ruins e cheias de malidicências de sempre. Mentimos para nós mesmos e acreditamos nisso, pois não mostramos a nossa verdadeira cara e se a mostramos sempre existe alguém, dono da verdade, a nos colocar no nosso devido e imerecido lugar.

 

E para piorar as coisas, temos que tudo isso, acontece na nossa infância frustrada pelas também frustrações de nossos pais ou criadores. Eles nos moldam dentro das frustrações que eles possuem, e nos trasformam em uma cópia mal feita deles mesmos. A culpa, acreditamos vem do primeiro homem que existiu neste vasto planeta, o qual acumulou em seu DNA, o medo da fome e da desgraça que nos foi trasmitido e ainda é diuturnamnte pelos nascimentos e aparecimentos de nossos descendentes. Somos os filhos do caos do passado. Nas cavernas tinhamos que lutar pela vida e segurança a todo minuto e ainda tinhamos a incerteza do motivo e causa de nosso deliberado abandono por parte de quem nos criou.

 

Desta forma, nos transformamos neste cadinho mentiroso e socialmente aceito,vez que padrões de manutenção da busca pelo conforto social estão incultidos em cada medida de nossas células. Criamos uma competição diária com nós mesmos e com os outros que surgem a nossa volta, pois não conseguimos sair desta armadilha social. Nossa forma de ver e encarar Deus precisa ser doutrinada pelo externo, seja ele sacerdote, pastor ou padre. Pois temos saudade do PAI que nos abandonou e nos deixou na terra a mercê de nós mesmos. Por isso competimos tanto e não conseguimos vibrar de forma regular e favorável a manutenção do bem, vez que nossos conflitos mascarados nas regras de conduta social, não nos permitem acesso melhor a condição moral de sermos no mínimo “iguais”.

 

Diante destas percepções nomeamos inimigos em número reverso a quantidade de ignorância que acumulamos e traimos sempre, pois trair é condição inata de quem tem medo e precisa preservar as dores da burrice que carrega. Nossa única esperança é não transformar os nossos filhos e demais seres infantis em uma cópia mal feita de tudo o que carregamos a milhares de anos. Despachando de vez a mentira social e a falta de caráter que possuímos em relação a nossa obrigatória reposição de administração dos bens terrenos, pois se assim não fizermos, teremos como marca registrada de nossas exitências, em tempo não muito longo a máxima de que o melhor amigo do homem é sempre será o cachorro.

 

Bom Dia a todos.

 

Luís Gustavo ou Aratanan de Aracruz para quem ler este texto até o final.

 

domingo, 21 de outubro de 2012

(IN)VIGILÂNCIA MEDIUNICA




(IN)VIGILÂNCIA MEDIUNICA

 

“Aquele que se conhece ... acumula conhecimento do ser. E o verdadeiro ser (re)conhece outros seres”.

 

 

Para adentrarmos neste tema precisamos esclarecer alguns conceitos os quais são base para o despertar da vigilância espiritual e mediunica como um todo. Primeiro precisamos ter consciência do “SER” ou dos “SERES” os quais são em síntese nós mesmos.

 

Aquele que se conhce, conhece a si mesmo e ao próximo. Pois tem capacidade de se ver no outro, tendo capacidade de se divir com o outro, tudo isso levando em conta o grau conciencional que possui. O verdadeiro ser reconhece outros seres. É a máxima cristã do “conhece a ti mesmo” sendo a primeira etapa da senda iniciática.

 

Outro fundamento necessário a compreensão do auto conhecimento é a necessidade de se conhecer Deus ou percebê-lo como o incriado absoluto, porque é único e indivisível que jamais recebeu sopro vibração ou irradiação de nenhuma outra realidade por acrescimo sobre si mesmo. Somente conseguimos enxergar a vida em Deus se nos conhecermos melhor.

 

Jesus segundo o texto biblico cristão definia Deus como manifestação do amor, ou seja, da capacidade de respeito, compreensão, aceitação sem limitação do outro, desde que para isso voce se conheça primeiro. Tudo isso, para que de forma direta voce não se veja na manifestação externa do outro e entenda sem submissão que a evolução de cada um é individual e muito própria.

 

Para isso, devemos entender que somos o micro que manifesta por refração a manifestação do macro. Nossas atitudes e decisões têm repercusão no todo, da mesma forma que o todo tem por refração repercusão em nós mesmos. Podemos sentir muito bem esta lei ao respirarmos, onde de forma muito pessoal conseguimos trazer pela respiração o que é externo para nosso ambiente interno, e por conseguinte, devolvemos da mesma forma ao externo o que de certa forma habita o nosso interior.

 

Agora sim, podemos perceber que somos a semelhança e imagem de Deus, pois se trazemos o macro para nosso microsistema a contar de nossa simples existência e vida, estamos de forma direta ligados a Deus (união de todas as conciências reinantes no ilimitado de sua manifestação). Deus está em todos os lugares e em todos os momentos e formas, porque simplesmente existimos. Se somos cópia e semelhança de Deus, onde estivermos ele também estará (onipresença), onde manifestarmos nossa conciência ele também se manifestará (onisciência) e onde gerarmos ou criarmos por extensão de nossa energia pessoal, Deus também criará (onipotência).

 

Para que todos estes processos se alinhem, temos que utilizar de um meio mecânico/espiritual que nos mova dentro de nossos alinhamentos conciencionais, tal meio é conhecido entre nós espiritualistas como reencarnação. A reencarnação é a oportunidade de vivenciar o amor em sua forma completa com a finalidade de chegarmos a Deus. Através da reencarnação (voltar a carne = ao “religare” dos católicos definido com religação) nos reconhecemos mais via autoconhecimento e diminuimos a distância de Deus.

 

Desta forma e ao conhecermos estes conceitos, não com a profundidade que eles merecem ser estudados, já temos uma certa habilitação para falarmos da “MEDIUNIDADE” (medida + unidade), ou seja, união de todas as coisas limitadas à ilimitação de Deus. Medida de Deus – Uma parte de Deus que nos é dada para provocarmos a união de todas as conciências (forma de se trazer a consciencia todos que ainda estão inconscientes). Desta forma, só consegue aspirarar a mediunidade na essência do conceito, aquele cuja “vontade” se manifestou no autoconhecimento, e a partir deste princípio, começou a caminhada evolutiva para união com a ilimitação do criador. Por isso nem todos os seres reencarnados são médiuns na força do conceito, pois para que isso aconteça de forma profunda necessário vencer as barreiras que nos afastam do conhecimento obrigatório de nós mesmos.

 

No autoconhecimento podemos ver que somos cópia de tudo o que existe ou melhor de tudo que se manifesta dentro dos quatro elementos da matéria: Somos a água (60% de nosso corpo é formada deste elemento); somos terra (ossos, musculos, unhas, cabelos e etc); somos ar (nos inflamos dele enquanto tivermos vida e nos alimentamos de sua força e poder de nutrição); e somos fogo (calor de nossos corpos a 37° graus celcius; a capacidade de enxergar pela refração da luz em nossas pupilas e etc).

 

Para ser médium de forma absoluta temos que possuir a mesma medida do absoluto, tudo isso não nos impede de acessar de forma relativa esta senda, onde nos sintonizamos através dos processos reencarnatórios com a via necessária de chegada a Deus. Nem todos os seres são médiuns, vez que os seres ainda não são iguais em consciência. E como não somos iguais em grau e forma de pensamentos e conciências (ter ciência de Deus em sua totalidade), temos apenas um pequeno acesso a linha evolutiva desta longa caminhada. Para ser médium de forma absoluta temos que ter a mesma medida de Deus e como temos graus consicencionais diferentes também não somos habilitados em nossa totalidade ao exercício pleno da mediunidade. Arriscamos, inclusive, a dizer que neste planeta um grupo muito pequeno de seres exercem os primeiros passos da verdadeira medida de Deus (mediunidade absoluta).

 

Voltando ao tema de nossas divagações, temos que se nos convencermos da necessária mudança consicencional, ficará mais fácil resolvermos nossas aparentes dificuldades comportamentais e de acesso a via evolutiva absoluta. A invigilância ocorre e ocorrerá por não conhecermos a nós mesmos e também por não darmos a atenção necessária a necessidade de nos conhecermos de forma absoluta. Segundo o amparo cristão do “orai e vigiai” (temos a Biblia como um livro simbólico), a nossa não vigilância leva-nos ao descuido de nossos compromissos cármicos enquanto estamos reencarnados neste planeta escola (arrisco a chamar este planeta de colônia de férias, haja vista a forma com que tratamos a experiência desta vida).

 

De forma obrigatória e em síntese precisamos usar da vigilância nas atitudes para evitarmos os perigos da falta de autoconhecimento e de nossas (in)capacidades, deixando o que é externo apenas como um experiência de vida que se ampliará a medida que ampliemos nossa forma de pensar e observar os segredos e poderes que podem ser nos dados a medida que evoluamos conciencionalmente.

 

Fomos feitos para caminhar de forma individual, pois a evolução acontecerá na união das individualidades que formarão o todo e indivisivel.

 

Aratanan