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terça-feira, 7 de junho de 2011

Nadando contra a corrente!




Tem dias que não dá vontade de se levantar da cama. Tem-se a impressão de que estamos nadando contra a corrente, ou melhor, parece que nada dá certo. Tudo que se empreende ou se faz parece vir de encontro com as nossas intenções. Uns dizem que irmãos ligados a nós por laços de inimizade fazem de tudo para nos pegarem em determinados dias em que nossa força de repulsão e proteção estão mais fracas.

Outros dizem que nossas vivências e realizações sociais nos trazem uma carga negativa que mina as nossas atividades, sejam elas espirituais, físicas e etc.

Nestas situações o que fazer? Sentar e chorar? Não se levantar da cama e dizer que o mundo não presta? Acredito que nenhuma das opções é a mais indicada, penso que precisamos refletir sobre todos os sinais que recebemos em momentos ímpares de nossas vidas. O bem e o mal são apenas fruto de nosso posicionamento frente às coisas.

Se plantarmos boas sementes, sempre vamos colher bons frutos, não existe colheita diferente da intenção do plantio. Inimigos, energias, ruins, maus presságios, olho gordo, feitiço e outras porcarias, só terão efeito se por algum motivo estivermos ligados de forma mental, astral ou física a este tipo de energia. Nosso passo e nossa caminhada dão o tom da melodia, nada há que possa fazer desistir o insistente de uma bela empreitada, pois somos o que pensamos.

E tudo para confirmar que infelizmente o mal tomou conta das consciências, onde as pessoas preferem eleger o que é negativo como prioritário ao invés de optarem pelo caminho menos árduo e mais eficaz, ou seja, o caminho do bem. Bem que existe dentro de cada um de nós e deve ser resgatado como forma de dinâmica e aceleração interna de cada ser.

Pense nisso, o projeto cósmico de cada indivíduo está ligado diretamente a evolução subjetiva de cada ser, com reflexo na caminhada coletiva que por hora empreitamos. Se feliz é um estado de espírito, negue o mal e priorize o bem em sua vida. E tenha certeza que os bons frutos vão ser colhidos com certeza.

Prefiro a incerteza do tentar, a culpa da desistência prematura.

Aratanan – Deixe de ser coitado, ainda há tempo para uma nova caminhada.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Fazendo Umbanda com felicidade!


Um dos grandes prazeres que tenho nesta vida é o de ser umbandista, digo um, porque a umbanda não nos encarcera, ao contrário, ela nos deixa livres para usufruirmos de outras alegrias deste mundo.

Aquele que não tomar cuidado pode ficar alienado e acabar alienando os outros. Vive como um escravo de suas próprias ilusões e depois culpa a Umbanda pela escravidão que impôs aos outros, tudo isso através de um processo de submissão, o qual tanto temos alertando nestes últimos meses.

Precisamos despertar o bom senso e ter coragem de alertarmos àqueles que conduzem grupos religiosos, de que existem outras formas de caridade pelo mundo. Temos família, filhos, trabalho, compromissos sociais e outros que precisam de nossa presença e resposta.

Tenho irmãos espalhados por este Brasil a fora, que vivem em ritmo de trabalho escravo para suas religiões e acabam parando com tudo (vida social, familiar, nem “sexar” mais os ditos cujos querem, pois se engabelaram para o lado ruim das religiões - a devoção cega, também chamada de fanatismo. Estão mortos e vivos ao mesmo tempo, não produzem mais nada. E quando tentamos lhes alertar a resposta é sempre a mesma: - Temos medo! – Nosso Pai de Santé nos disse que se tentarmos fazer diferente, vamos sofrer por vingança do plano espiritual e etc.

Não sabemos mais quem é o enganador e quem é o enganado, pois acreditar em maldade e vingança de espíritos ligados ao bem é o mesmo que acreditar que a divindade é ruim. Pensem bem nisso, será que a fonte criadora, que pode acabar com todo o mal do mundo, é escrava da vaidade individual de um espírito ligado ao que aventuramos a chamar de mal? Que caboclo, pai velho ou criança é esta que se alia ao bem e ao mal ao mesmo tempo? Que Pai de Santé é este que não forma iguais, mas forma escravos de suas mentiras pessoais e mitológicas?

A única explicação que encontro para isso é a incapacidade de muitos em não separarem “religião” de “religiosidade”, pois por incrível que pareça estas duas atribuições dos sentimentos humanos ligados à fé, possuem diferenças gritantes.

Viver para a espiritualidade vai muito além do filo religioso que abraçamos, para isso temos que fazer esta diferenciação. Pelo que tenho visto as religiões só servem apara seccionar e criar diferenças entre as pessoas. Todos se escondem atrás das religiões espalhadas pelo mundo para criar certa distância entre os pobres mortais de credo diferente.

É tanta religião e tanto líder que a máxima de sempre deve ser de novo verbejada: “Nas religiões parecemos tribos indígenas, só que temos muitos caciques e pajés para mandarem, e por outro lado, poucos índios que queiram receber ordens”! Por mais engraçado que pareça, estamos vivendo esta temática há séculos - “minha religião é boa e a dos outros não presta”.

Já na religiosidade, vivemos de forma menos equivocada, pois na religiosidade fazemos a nossa parte e respeitamos a do outro quando o assunto é religião. Afastamos a submissão e damos lugar à crítica com fins de afastarmos os equívocos, chamando a todos para uma reflexão sobre a capacidade de podermos caminhar um dia juntos.

Caminhar junto não é abrir mão do que pensamos; caminhar junto é exercermos a nossa religiosidade de forma individual, com respeito ao grau consciencional de cada um. Significa também o respeito à capacidade de cada um perceber e sentir o sagrado como forma de sua percepção individual.

Tudo isso não é mito ou utopia, estas posições e pensamentos são formas claras de bom respeito à base de nossas convicções - o sagrado. Sei que vai demorar, mas ainda vamos ver neste planeta o dia em que seremos uma só consciência de Deus. Vai demorar mais chega.

Enquanto isso, só nos resta alertar aos menos incautos para que renovem a sua fé, quebrando as correntes da submissão ideológica e religiosa que os espertalhões de outrora e sempre, tentam lhes impor sem a mínima pena ou dó!

Umbanda, melhor do que “estar” é “ser”!
Aratanan – Minha religiosidade é Deus.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Felicidade através da alegria!


Sou uma pessoa feliz e disso não tenho dúvida, tenho mais de um pai, mais de uma mãe e muitos irmãos. Já percebi que o grande segredo desta vida é ser feliz.

Felicidade é um estado do espírito, tudo está bom, o senso crítico aumenta, e você deixa de ser único para ser o todo. Suas atitudes contribuem, auxiliam e concretizam. Você, por estar feliz, é um meio de felicidade alheia. O processo é simples, basta querer, não precisa de fórmulas mágicas, concentrações e rituais, basta querer ser feliz e pronto.

Neste estado você enfrenta com coragem os obstáculos, deixa de ser escravizado, e, se torna cada dia que passa mais um pouco da parcela de Deus. Suas atitudes e atos são comprovados pelo tempo, seu exemplo realmente arrasta, as pessoas se aproximam por respeito e não por bajulação e segundas intenções, mesmo porque, você não se deixa mais se seduzir por atos de pura ambição.

Você é livre e isto é o que basta. Buscar nos momentos de “alegria” a energia que supre, através do riso verdadeiro e do bom oxigênio que nutre é a forma. Ser um disseminador de alegria é um ato de caridade. Ela começa dentro de casa, este ato cria casas felizes, casais felizes, vida próspera e por conseqüência, consciência de nossa verdadeira existência.

Esta é a verdadeira receita de bolo. Dedico esta fórmula simples aos meus pais, mães e amigos e aos meus inimigos o pedido sincero do perdão, vez que ainda não tenho competencia para lhe mostrar as minhas verdadeiras intenções.

Aratanan

sábado, 30 de janeiro de 2010

Vá assombrar em outro terreiro!


Somos fracos, isto é uma verdade!

Somos vítimas de nós mesmos.

Converso diuturnamente com as pessoas que cruzam o meu destino, e, eu com o delas; e sinto o tão carentes elas se encontram. Uns sofrem por suas paixões, outros por problemas financeiros, familiares, sociais e etc.

Sofrem e como sofrem meus irmãos reencarnados, não conseguem enxergar um palmo na frente de seus órgãos olfativos. Usam óculos de grau elevado e não conseguem ver a sombra da própria mão em frente a seus rostos.

Criam dependência de tudo, menos a interdependência de seus lindos sentidos. Não agradecem a saúde que têm, a visão, a audição, a família, o alimento, o trabalho, os amigos e etc. Sofrem por antecipação, morrem antes da hora, não conseguem se libertar das algemas que lhes encarceram.

Vivem na depressão, no sofrimento, nos afetos, na tristeza e na melâncolia; são inacapazes de vencer a si mesmos. E quando são confrontados com a necessidade de uma simples mudança da forma de pensar, perdem feio para o "ego" que possuem, o qual é um atributo intrínseco de suas pobres almas.

Prefiro agradecer a Deus, pela oportunidade, pelo reencarne, pela experiência, pela doença, pelas coisas que ainda não consigo entender, pelas decepções, pelos infortúnios e por tudo que permeia minha caminhada pessoal. Faço de cada dia que vivo uma experiência diferente, trabalho, penso, concretizo, articulo, busco a essência das coisas e me imponho a bandeira da felicidade. Sou feliz a meu modo, fujo a padrões e quando me perguntam como consigo, apenas respondo:

“busco minha essência pessoal todos os dias”!

Seja Feliz, voce mereçe e consegue!

Aratanan de Aracruz