Representamos a dualidade da manifestação, onde o criador se fez, através de nós carne, somos os filhos desta verdade que é absoluta, devemos buscar sempre o caminho do meio pra a chegada ao Reino. Precismos interiorizar, ou adentrar o portal de nossas consciência para sabermos o que realmente somos. Somos o fruto da verdade, nos estabilizamos na fé tendo o orgulho como mola balizadora desta caminhada. O mal e o bem não existem o que e existe é o resultado da experimentação. O próprio Deus não quebra esa lei d evolução e precismos realmente acredita nela para nos separarmos do inuti e de tudo aquilo que trava nosso processo de volta ao início.
É na criação que nos fortalecemos, deus vive dentro da essêencia de cada ser, as aparências são o mote da devastação mental em que vivemos. Nossa verdade é unica ela se estabiliza no interior de nossa existência. A chave da sabedoria está na capacidade de se entender de forma inerior, precisamos sempre visistar esse universo subjetivo que habita em nosso ser. O homem externo é a consequência da atividade ou inatividade de sua exitência em Deus. Sou capaz a medidade que consigo perceber a capacidade intinseca que me acompanha, afasto a preguiça e outros vicíos a medida que me vejo como parte do todo.
A eterna aliança é uma lei, a qual é inquebrantável, este é o verdadeiro juramento de nossas almas, dele não podemos escapar. Fixar a vontade na materialidade, disperta o apego e por consequência os vários níveis da ira. Somos obrigados à transformação, não poderemos ou conseguiremos fazer diferente. Pois nossa esperança já está limitada e a nossa saudade é a mola que nos faz percorrer o caminho da volta. Estamos em buca do eterno orgasmo e não consiguiremos a alegria eterna enquanto não nos divenciliarmos das ancoras e o peso da culpa que carregamos. Deus é amor e ele liberta, desde a consic~encia mais modesta até a cosnciência que se faz presente em seu ser eterno.
A maior honraria do ser é a vontade, a qual é a maior magia a ele dedicada. Somos motivados por esta eneria, pois ela é a primeira manifestação de Deus. Sem ela não existem eleitos, pois seremos seres domináveis e sem alma. Nossa capacidde de ineragir na matéria, serve como opção clara de que estamos em franca caminhada na via da experimentação. Avançamos ou estacionamos na experiência da matéria, mas nunca regredimos, pois as leis são imutáveis e servem de forma constante a vontade da criação. Na união de nossas consciências Deus se faz presente, animando a forma e mantendo o espirito, pois o simbolismo da obre tem que se manifestar em favor da luta constante entre o prazer material e o orgasmo espiritual.
Nossa mente se manifesta dentro das tres regras da cosmogeneses, inicio, meio e fim ou nascer, crescer e morrer. O ego é manifestação entre o ser ou não ser, ele é a linha divisória entre o permitido e não permitido. Sendo ainda a linha de equilíbrio entre a vontade e a preguissa da alama e do espirito. Saber esperar é um remédio eficaz, a grande manifestação de nossa verdadeira missão. Esperar trabalhando é uma pilha eficaz a manutenção de nossa energia essenial, pois podemos alivir o nosso ego do desprazer das falsas perdas. O homem busca a satisfação da alma, mesmo que inconsciente, temos a graça do mundo de ilusões pra compensar o descrédito que demos no pretérito a outra via de evolução do espirítio.
O Ego tem maior vigor na manifestação da carne, mesmo sendo sua essência espiritual, sua atuação serve como um mediador de coisas que agradam ou desagradam a alma imortal. Nossas características se manifestam, na presença da alma que possui um ego, ou percepção do todo. Por isso somos eternos insatisfeitos com as premissas e deveres do espirito, vez que nossa manifestação acaba tendo mais poder do que a nossa essência. A distância do homem de sua fonte de existência, faz com este cordão divisório seja frágil e precise de uma compensação para que a verdadeira justiça se faça presente. O deleite da alma prescinde do deleite de coisas sensíveis, pois este era o verdadeiro escrpte de noss evolução a qual se manifestou em um caminho opcional, por única e exclusiva manifestação de nossa vontade.
Penso que o homem acumula um pouco de tudo, pois as riquezas materiais servem como forma de educação e experiência no que se refere a priorização de valores. Só pode dar quem tem, esta frase resume um pouco de nossas experiência reencarnatórias, onde as vivências do pretérito se manifstam como matérias de uma escola invisível, a qual em sua caminhada para a aprovação nos cobra o desapego dos ensinos passados para que utras possibilidades e aprendizados se manifestem em nosso curso de retorno. A boa receita se faz presente pela experiência e com o tempo aprendemos a valorar as coisas de nossa essência, desprezando com respeito devido, todas as coisas que são feitas para a nossa singela manifestação material. Liberdade é um bem, conquistado com a perda de outros.
Aratanan - A receita está pronta, deixa de ser orguloso!
Como nos deixou gravado um dos Grandes Mestres que passou por este planeta: “O dinheiro tem uma linguagem universal, em qualquer lugar deste planeta, onde são faladas centenas de línguas e dialetos, tem o dinheiro a sua universalidade verbal garantida”.
O pior é que esta linguagem na maioria das vezes é vinculada a pobreza de sentimentos, recheada dos surtos ignóbeis da avareza e do egoísmo, quando não, de doenças luxuriosas e outros apetrechos ambiciosos.
O dinheiro possui uma energia própria, geralmente ela está ligada ao movimento energético, pois na maioria das vezes o dinheiro não se permite a estagnação. Quem o possui muito das vezes é alvo fácil da perniciosa vontade de retê-lo, sofrendo por consequência os mais vis e desprezíveis efeitos de sua força.
Por dinheiro, boas e más coisas são feitas neste mundo, pois esta mola de sustento cobra o seu valor essencial da humanidade, ele foi criado para servir de mensuração à nossa falta de generosidade. Assim todas as discrepâncias sócias vividas pela humanidade se referem em sua maioria à falta do vil metal e sua inóspita utilização.
Na umbanda o dinheiro muito das vezes compra a consciência dos despreparados, fazendo mote de destilação do poder e de desigualdade no tratamento. Dinheiro é poder, quem o tem é tratado diferente na maioria das vezes, querendo ou não quem dinheiro, tem benefícios que o “pobrezinhos” não têm.
Por outro lado, o dinheiro alimenta o fetichismo e a fantasia, criando atos mágicos e doutrinários desnecessários, salvas e melindres formais, como se as entidades verdadeiras de Umbanda precisassem dele para pagar o almoço de cada dia. Tem muito terreiro de Umbanda que vive das comiseráveis atividades financeiras, utilizando mais do que necessitam, apenas para manter a fachada de casas bonitas, iguais aos túmulos, que são calhados de branco por fora e escondem em seu interior a podridão do que é devolvido a mãe terra.
A pior faceta do dinheiro na Umbanda está ligada a invencionice, onde as cãs que o possuem aos borbotões, ditam padrões de moda e beleza. Inventando a cada circulo novas tendência e verdade que a nossa querida mãe Umbanda nunca precisou ou precisa. Este assunto é realmente delicado.
Mais do que roupa bonita e fantasias fetichistas, que são dispensáveis em favor da evolução consciencional de cada irmão, precisamos urgentemente criar a tal da vergonha na cara, pois melhor do que viver da Umbanda, é viver para ela. E isso é muito fácil - me perdoem os complicados.
Aratanan – Vai trabalhar vagabundo, deixa de vagabundagem.
Filhos da verdade, crianças perdidas nos circulos rencarnatórios. Isso é o que somos e nada mais. Somos obra da criação, habitados por nossa inconsciência doentia, que tanto nos aniquila e fomenta nossas desgraças mais pessoais.
Nossa descida ao reino natural se arvorou em um processo de total escuridão. Estavamos presos em nossa capacidade consciencional, presos inclusive em correntes carcaterizadas por nossa culpa devido ao abandono de nossa outra opção de evolução (queda dos anjos).
Nosso coração a medida em que nos aproximavamos de nossa morada deixou de sangrar, o véu espesso de nossos olhos sofreu a limitaçao necessária de nossa percepção e nossas mentes se esqueceram das verdades que gerenciam as leis de nossas existências.
Perdemos a nossão do tempo e do espaço e fomos limitados a forma, a qual se fixa em quantidades. E por nos sentirmos o centro do universo, fomos encarcerados naquilo que habituamos a chamar de vida. Nosso indulto veio através da habilidade daqueles que por clara evolução diferenciada criaram corpos de manifestação para nossa essência – o Espirito habitando a carne.
A contar deste momento fomos apresentados à vida como a conhecemos e na manhã de nossas inconciências nos fizemos vítimas de nosso encarceramento. Não conseguimos nos enxergar e enxergar ao próximo, somos vítimas do acúmulo que nunca teremos e diferenciamos as pessoas e as coisas pelas quantidades que elas possuem.
Vítimas do mal que possuímos temos que fazer o caminho de volta. Nasceremos, cresceremos e morreremos quantas vezes forem necessárias, pois o caminho deve ser percorrido no retorno ao que sempre fomos. Isso é, voltar ao início, não existe outra forma ou meio de retorno (Leis são leis).
Faremos como os outros que não são de nossa espécie, seremos um dia diletos filhos da criação, respeitaremos suas nuances, porque assim é a lei, a qual será sempre executada e jamais alijada a vontade e boa interpetração do homem.
No final todos nós sobreviveremos!
Aratanan – “as árvores não se revoltam com a natureza que as vezes é tão abuptra em suas manifestações e necesidades de renovação (MJF)”.
Que todo mundo gosta de julgar a vida alheia, isso nós já sabemos de chofre. Fulano é isso, sicrano é aquilo, não vou com a cara de beltrano e muito menos com a de trajano (inventei isso agora).
Cegos, apenas cegos é o que são.
Tudo que vemos nos outros é o espelho de nossa alma, só enxergamos aquilo que possuímos em excesso. Se temos amor em excesso, vemos amor em excesso. Se possuímos perdão em excesso perdoamos em excesso. Se gostamos de ser respeitados em excesso, por consequência, também respeitamos em excesso.
É a famosa lei química dos afins, onde elementos de uma mesma energia se afinam por consequência puramente energética (exemplo a ferrugem). Na Umbanda é o contrário, com as raras exceções de sempre, pois o trabalho do outro fica a mercê do reconhecimento de quem na verdade só quer destruir às vezes uma obra que foi conseguida com muito sofrimento e empenho. Parece que possuímos um prazer em destruir aquele que de alguma forma se destaca mais do que a gente.
Se já fui juiz algumas vezes? Confesso que fui e por mais que eu não queira, não apenas juiz, mas muito das vezes fui precipitado e até mesmo perdi a oportunidade de criar laços que com o tempo se estabilizariam em favor de todos que vivem em busca deste grande pronto-socorro chamado de Umbanda.
Aquele que julga perde a oportunidade de fazer amigos, estreitar laços de amizade, concretizar princípios e até mesmo de salvar sua pobre logística emocional, vibrando na sana ignóbil de julgar os atos alheios, apenas para se sentir satisfeito com a desgraça alheia. E o tempo? O tempo é o melhor companheiro para os precipitados, ele mostra as verdades que os olhos da mente não vêem, assiste aos mais afoitos e restabelece a paz pelo simples fato de que a velhice existe e ela, assim como a doença, ensina que em muro de ferro chapisco não prega.
Só pode dar aquele que tem, apesar que hoje no mundo ter está atrelado ao dinheiro e não a capacidade de gerir as coisas coletivas em favor de todos e por consequência, de nós mesmos.
Filhos de Adão e Eva (esotericamente nunca existiram) que não se reconhecem como verdadeiros irmãos. Lembrem-se de Caim e Abel, pois os mesmos existem nos dias de hoje e se digladiam, hoje e sempre em busca de um pequeno momento de poder material.
Até os profissionais da justiça, os quais são pagos para trabalhar (em alguns casos julgar) em favor dos interesses do estado, não escapam às consequências do julgo social e familiar em que vivem. Se por encargo profissional tem que julgar o destino daqueles que lhes são apresentados, em suas vidas pessoais não escapam da lei universal de causa e efeito.
Bazófias e mais bazofias saem da boca dos pseudo julgadores da Umbanda, forjaram em seus cadinhos de papelão na mais absurda motivação de suas vidas – julgar os atos e ações alheias, portando ferramentas que os fragilizam sob o menor impacto de responsabilidade.
Por isso e por experiência própria, não julgue, veja as coisas como elas são, somos todos filhos de uma só fonte criadora. Deus não tem barba branca, não é um velhinho vingativ como anunciado no velho testamento e pode até descer de um disco voador a qualquer hora e jogar por terra toda esta parafernália especulativa sobre sua real identidade.
Fico pensando, o que seria de mim se os espíritos que sempre me ajudaram começassem a me julgar, com certeza não estaria aqui escrevendo estas linhas que demonstram a minha necessidade de intrínseca de pensar e sempre pensar ...
“Vamos aos finalmentes”, sabe qual a diferença entre julgar e criticar (isso de forma muito positiva)? Para julgar você não precisa do aceite do outro. Para criticar, o criticado precisa no mínimo ser escutado e ter o direito de defesa, pois se assim não for vira julgamento de novo. E que não aproveitem deste texto, os vilipendiadores de sempre, para fazerem carinha de que estão sendo julgados por nossas palavras, vez que na realidade, estão sendo convidados a criarem um mínimo de espírito auto critico e buscarem um caminho diferente para seus despautérios.
Aratanan de Aracruz – Um salve a todas as divindades universais.