quarta-feira, 21 de março de 2012

Iniciado em que?




Perdoem os verdadeiros, mas aos pseudos, minha pergunta:

Iniciado em quê?

Quanta canalhice esta tal de iniciação carrega em suas costas, parece um circo velho caindo aos pedaços. Estão vendendo gato por lebre e dificultando as coisas. Tem gente que dá a vida para ser iniciado (carro, moto, dinheiro e outros coisas também podem entrar no negócio), pensando que digina na roupa mostra caráter e decência. Enquanto isso, engordamos as filas dos péssimos ressentimentos que as pessoas têm da Umbanda. Simplesmente porque um irmão despreparado se julga melhor do que o outro.

No direito tem uma máxima que diz que o grande inimigo do advogado não é o juiz e muito menos o promotor, pois o grande inimigo do advogado é o cliente. Na Umbanda o grande inimigo de nós mesmos, por evidencia, somos nós mesmos. Desprezar, humilhar, achincalhar, dar uma de vítima, vingar, exprobrar, malhar, xingar e mostrar o grau de ignorância virou moda. Ninguém mais evolui neste antro de víboras, são quase todos vendidos de pai e mãe.

Tudo isso para crescer nas costas de quem um dia lhes estendeu a mão. Isso mesmo, quando alguns ainda eram ignorantes com relação à banda, as mãos lhes foram estendidas e bastou decorarem alguns livrinhos de umbanda, para se tornarem os garantidores da desgraça de quase todos os umbandistas que conhecem.

E quando é para preservar a raiz, a coisa degringola, pois compram briga com Deus e o mundo. Como se a raiz fosse deles, através de papel passado pelo astral. Não respeitam nem a memória de quem não está mais neste mundo, ser arvorando em chefes e decrépitos inquisidores das leis de Umbanda.

Cruz em credo. Daí fica a pergunta?

Iniciados em que?
Iniciados em que?
Iniciados em que?
Iniciados em que?
Iniciados em que?

Pelo que vejo apenas em patifaria. Ainda bem que existe reencarnação, já imaginou se estes ditos cujos não desencarnassem?

Ressalva a quem ainda tem vergonha na cara.

Aratanan

domingo, 4 de março de 2012

Umbanda e nossas reflexões!




Representamos a dualidade da manifestação, onde o criador se fez, através de nós carne, somos os filhos desta verdade que é absoluta, devemos buscar sempre o caminho do meio pra a chegada ao Reino. Precismos interiorizar, ou adentrar o portal de nossas consciência para sabermos o que realmente somos. Somos o fruto da verdade, nos estabilizamos na fé tendo o orgulho como mola balizadora desta caminhada. O mal e o bem não existem o que e existe é o resultado da experimentação. O próprio Deus não quebra esa lei d evolução e precismos realmente acredita nela para nos separarmos do inuti e de tudo aquilo que trava nosso processo de volta ao início.
É na criação que nos fortalecemos, deus vive dentro da essêencia de cada ser, as aparências são o mote da devastação mental em que vivemos. Nossa verdade é unica ela se estabiliza no interior de nossa existência. A chave da sabedoria está na capacidade de se entender de forma inerior, precisamos sempre visistar esse universo subjetivo que habita em nosso ser. O homem externo é a consequência da atividade ou inatividade de sua exitência em Deus. Sou capaz a medidade que consigo perceber a capacidade intinseca que me acompanha, afasto a preguiça e outros vicíos a medida que me vejo como parte do todo.

A eterna aliança é uma lei, a qual é inquebrantável, este é o verdadeiro juramento de nossas almas, dele não podemos escapar. Fixar a vontade na materialidade, disperta o apego e por consequência os vários níveis da ira. Somos obrigados à transformação, não poderemos ou conseguiremos fazer diferente. Pois nossa esperança já está limitada e a nossa saudade é a mola que nos faz percorrer o caminho da volta. Estamos em buca do eterno orgasmo e não consiguiremos a alegria eterna enquanto não nos divenciliarmos das ancoras e o peso da culpa que carregamos. Deus é amor e ele liberta, desde a consic~encia mais modesta até a cosnciência que se faz presente em seu ser eterno.

A maior honraria do ser é a vontade, a qual é a maior magia a ele dedicada. Somos motivados por esta eneria, pois ela é a primeira manifestação de Deus. Sem ela não existem eleitos, pois seremos seres domináveis e sem alma. Nossa capacidde de ineragir na matéria, serve como opção clara de que estamos em franca caminhada na via da experimentação. Avançamos ou estacionamos na experiência da matéria, mas nunca regredimos, pois as leis são imutáveis e servem de forma constante a vontade da criação. Na união de nossas consciências Deus se faz presente, animando a forma e mantendo o espirito, pois o simbolismo da obre tem que se manifestar em favor da luta constante entre o prazer material e o orgasmo espiritual.

Nossa mente se manifesta dentro das tres regras da cosmogeneses, inicio, meio e fim ou nascer, crescer e morrer. O ego é manifestação entre o ser ou não ser, ele é a linha divisória entre o permitido e não permitido. Sendo ainda a linha de equilíbrio entre a vontade e a preguissa da alama e do espirito. Saber esperar é um remédio eficaz, a grande manifestação de nossa verdadeira missão. Esperar trabalhando é uma pilha eficaz a manutenção de nossa energia essenial, pois podemos alivir o nosso ego do desprazer das falsas perdas. O homem busca a satisfação da alma, mesmo que inconsciente, temos a graça do mundo de ilusões pra compensar o descrédito que demos no pretérito a outra via de evolução do espirítio.

O Ego tem maior vigor na manifestação da carne, mesmo sendo sua essência espiritual, sua atuação serve como um mediador de coisas que agradam ou desagradam a alma imortal. Nossas características se manifestam, na presença da alma que possui um ego, ou percepção do todo. Por isso somos eternos insatisfeitos com as premissas e deveres do espirito, vez que nossa manifestação acaba tendo mais poder do que a nossa essência. A distância do homem de sua fonte de existência, faz com este cordão divisório seja frágil e precise de uma compensação para que a verdadeira justiça se faça presente. O deleite da alma prescinde do deleite de coisas sensíveis, pois este era o verdadeiro escrpte de noss evolução a qual se manifestou em um caminho opcional, por única e exclusiva manifestação de nossa vontade.

Penso que o homem acumula um pouco de tudo, pois as riquezas materiais servem como forma de educação e experiência no que se refere a priorização de valores. Só pode dar quem tem, esta frase resume um pouco de nossas experiência reencarnatórias, onde as vivências do pretérito se manifstam como matérias de uma escola invisível, a qual em sua caminhada para a aprovação nos cobra o desapego dos ensinos passados para que utras possibilidades e aprendizados se manifestem em nosso curso de retorno. A boa receita se faz presente pela experiência e com o tempo aprendemos a valorar as coisas de nossa essência, desprezando com respeito devido, todas as coisas que são feitas para a nossa singela manifestação material. Liberdade é um bem, conquistado com a perda de outros.

Aratanan - A receita está pronta, deixa de ser orguloso!

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Umbanda e o Poder do Dinheiro





Como nos deixou gravado um dos Grandes Mestres que passou por este planeta: “O dinheiro tem uma linguagem universal, em qualquer lugar deste planeta, onde são faladas centenas de línguas e dialetos, tem o dinheiro a sua universalidade verbal garantida”.

O pior é que esta linguagem na maioria das vezes é vinculada a pobreza de sentimentos, recheada dos surtos ignóbeis da avareza e do egoísmo, quando não, de doenças luxuriosas e outros apetrechos ambiciosos.

O dinheiro possui uma energia própria, geralmente ela está ligada ao movimento energético, pois na maioria das vezes o dinheiro não se permite a estagnação. Quem o possui muito das vezes é alvo fácil da perniciosa vontade de retê-lo, sofrendo por consequência os mais vis e desprezíveis efeitos de sua força.

Por dinheiro, boas e más coisas são feitas neste mundo, pois esta mola de sustento cobra o seu valor essencial da humanidade, ele foi criado para servir de mensuração à nossa falta de generosidade. Assim todas as discrepâncias sócias vividas pela humanidade se referem em sua maioria à falta do vil metal e sua inóspita utilização.

Na umbanda o dinheiro muito das vezes compra a consciência dos despreparados, fazendo mote de destilação do poder e de desigualdade no tratamento. Dinheiro é poder, quem o tem é tratado diferente na maioria das vezes, querendo ou não quem dinheiro, tem benefícios que o “pobrezinhos” não têm.

Por outro lado, o dinheiro alimenta o fetichismo e a fantasia, criando atos mágicos e doutrinários desnecessários, salvas e melindres formais, como se as entidades verdadeiras de Umbanda precisassem dele para pagar o almoço de cada dia. Tem muito terreiro de Umbanda que vive das comiseráveis atividades financeiras, utilizando mais do que necessitam, apenas para manter a fachada de casas bonitas, iguais aos túmulos, que são calhados de branco por fora e escondem em seu interior a podridão do que é devolvido a mãe terra.

A pior faceta do dinheiro na Umbanda está ligada a invencionice, onde as cãs que o possuem aos borbotões, ditam padrões de moda e beleza. Inventando a cada circulo novas tendência e verdade que a nossa querida mãe Umbanda nunca precisou ou precisa. Este assunto é realmente delicado.

Mais do que roupa bonita e fantasias fetichistas, que são dispensáveis em favor da evolução consciencional de cada irmão, precisamos urgentemente criar a tal da vergonha na cara, pois melhor do que viver da Umbanda, é viver para ela. E isso é muito fácil - me perdoem os complicados.

Aratanan – Vai trabalhar vagabundo, deixa de vagabundagem.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Umbanda e Libertação





Filhos da verdade, crianças perdidas nos circulos rencarnatórios. Isso é o que somos e nada mais. Somos obra da criação, habitados por nossa inconsciência doentia, que tanto nos aniquila e fomenta nossas desgraças mais pessoais.

Nossa descida ao reino natural se arvorou em um processo de total escuridão. Estavamos presos em nossa capacidade consciencional, presos inclusive em correntes carcaterizadas por nossa culpa devido ao abandono de nossa outra opção de evolução (queda dos anjos).

Nosso coração a medida em que nos aproximavamos de nossa morada deixou de sangrar, o véu espesso de nossos olhos sofreu a limitaçao necessária de nossa percepção e nossas mentes se esqueceram das verdades que gerenciam as leis de nossas existências.

Perdemos a nossão do tempo e do espaço e fomos limitados a forma, a qual se fixa em quantidades. E por nos sentirmos o centro do universo, fomos encarcerados naquilo que habituamos a chamar de vida. Nosso indulto veio através da habilidade daqueles que por clara evolução diferenciada criaram corpos de manifestação para nossa essência – o Espirito habitando a carne.

A contar deste momento fomos apresentados à vida como a conhecemos e na manhã de nossas inconciências nos fizemos vítimas de nosso encarceramento. Não conseguimos nos enxergar e enxergar ao próximo, somos vítimas do acúmulo que nunca teremos e diferenciamos as pessoas e as coisas pelas quantidades que elas possuem.

Vítimas do mal que possuímos temos que fazer o caminho de volta. Nasceremos, cresceremos e morreremos quantas vezes forem necessárias, pois o caminho deve ser percorrido no retorno ao que sempre fomos. Isso é, voltar ao início, não existe outra forma ou meio de retorno (Leis são leis).

Faremos como os outros que não são de nossa espécie, seremos um dia diletos filhos da criação, respeitaremos suas nuances, porque assim é a lei, a qual será sempre executada e jamais alijada a vontade e boa interpetração do homem.

No final todos nós sobreviveremos!

Aratanan – “as árvores não se revoltam com a natureza que as vezes é tão abuptra em suas manifestações e necesidades de renovação (MJF)”.